Pular para o conteúdo principal

Compras no exterior: saiba o que pode trazer sem ser taxado

Receita Federal tem limite de cerca de R$ 5 mil para compras fora do país. Itens de uso pessoal não entram na conta; veja quais são. Compras no exterior: entenda quando é preciso pagar imposto e como fazer Viajar para outro país pode ser uma boa oportunidade para turistas investirem em compras de eletrônicos, roupas e, claro, de lembrancinhas para a família. Joias para Michelle Bolsonaro: veja perguntas e respostas Mas, ao retornar ao Brasil, é importante ficar atento às regras de entrada de produtos para não passar perrengue no aeroporto. Desde o ano passado, o limite de compras no exterior por via aérea ou marítima subiu de US$ 500 para US$ 1 mil (cerca de R$ 5 mil). A cota é renovada a cada um mês. Você também pode trazer outros US$ 1 mil de lojas Free Shop, que são as lojas do aeroporto. Caso esses valores sejam ultrapassados, o imposto de importação terá de ser pago, de acordo com a Receita Federal. 🧳 O que posso trazer sem entrar na cota? Itens considerados de uso pessoal ficam fora da cota e livres de qualquer pagamento de tributos, como livros, folhetos, jornais e revistas. Existem algumas regras para considerar um item como de uso pessoal. São elas: a aquisição do bem deve ter sido necessária de acordo com a viagem; a condição física do viajante; o objeto auxiliou nas atividades profissionais executadas durante a viagem, como, por exemplo, uma máquina fotográfica para fotógrafos; o produto deve ter sinais de uso; a natureza e a quantidade devem ser compatíveis com as circunstâncias da viagem. Não basta tirar o produto da embalagem para afirmar que é de uso pessoal. A quantidade dos itens importa, assim como o motivo de levá-los. Por exemplo, em uma viagem de turismo, caso a pessoa tenha dois celulares, apenas um é considerado de uso pessoal. As famosas lembrancinhas não podem entrar nesta categoria. É importante ter em mente que o item precisa ter sinais de uso, senão, entrará na cota de US$ 1 mil. Conheça as oito praias oficiais de nudismo no Brasil Passaporte: como solicitar, prazo para emissão, taxa e documentos obrigatórios 🛫 Como funciona a cota de compras internacionais? Além de respeitar o limite de valor em compras no exterior, é preciso considerar a quantidade destes itens: Limites de quantidades de itens para uso da cota As isenções de impostos sobre a importação da bagagem de viajantes são individuais e intransferíveis, ou seja, não pode somar as cotas entre familiares e acompanhantes para economizar. Bebida alcoólica, produtos de tabacaria ou outros itens cujos componentes possam causar dependência física ou química não poderão integrar a bagagem de crianças ou adolescentes, mesmo quando acompanhados de seus representantes legais. 📱 Posso trazer celular do exterior? Pode, mas… Ele precisa estar dentro da cota de US$ 1 mil ou ser considerado de uso pessoal; O aparelho precisa demonstrar ser usado e o passageiro não pode ter um segundo aparelho; Uma forma de enquadrar dois celulares como de uso pessoal, é se o primeiro - que você levou do Brasil - apresentar defeitos, demonstrando a necessidade da compra do segundo. 🤑 Ultrapassei os valores, e agora? Caso tenha se empolgado nas compras e adquirido mais do que o permitido pela cota, as suas mercadorias não vão, necessariamente, ficar presas no aeroporto. Se você não tem finalidade comercial ou industrial, os produtos serão tratados como bagagem, porém não haverá isenção dos tributos. O mesmo se aplica caso a soma das compras seja mais que US$ 1 mil. O imposto de importação a ser pago é no valor de 50% em cima do excedente. Além disso, os produtos devem ser declarados. Caso o documento não seja emitido, o número da taxa sobe para 100%. Milhas e pontos de cartão de crédito: como funcionam e como usar? Voo atrasado ou cancelado: saiba quais são os direitos dos passageiros 💻Como declarar? Quem acabou comprando bastante e ultrapassou as cotas precisa declarar os produtos que está trazendo. Com isso, haverá uma avaliação dos bens e do pagamento de taxa. O documento pode ser feito no desembarque, na fila de “bens a declarar” da alfândega, logo depois que pegar as suas malas. Para quem prefere agilizar o processo, dá para fazer isso de forma online pela Declaração Eletrônica de Bens do Viajante (e-DBV). Veja o passo a passo: Acesse o site do e-DBV; Selecione “Entrando no Brasil”; Preencha os caracteres solicitados; Responda o questionário apresentado; Complete a ficha de dados pessoais; Avance para a aba “Extrato de declaração”, onde será mostrado restrições de bagagem e o valor excedente, depois clique em “transmitir” ou “salvar e transmitir depois”; Visualize e salve o recibo da transmissão. O pagamento antecipado pode ser feito pelos seguintes meios: dinheiro, na rede arrecadadora; cartão de débito, no balcão de atendimento da Alfândega; home banking; terminais de autoatendimento. ❌ O que não posso trazer como bagagem? É proibido embarcar nesta categoria: veículos automotores, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, motos aquáticas e similares, bem como suas partes e peças, motores e peças para embarcações e aeronaves; produtos que excedam os limites quantitativos; produtos destinados a empresas; cigarros e bebidas fabricados no, destinados à venda exclusivamente no exterior; cigarros de marca que não seja comercializada no país de origem; réplicas de arma de fogo; espécies de animais da fauna silvestre sem um parecer técnico e licença; espécies aquáticas para fins ornamentais e de agricultura, sem permissão do órgão competente; produtos falsificados e/ou pirateados; produtos contendo organismos geneticamente modificados; agrotóxicos, seus componentes e afins; mercadoria atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública; e substâncias entorpecentes ou drogas. Tire suas dúvidas sobre itens específicos aqui.

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2023/03/06/compras-no-exterior-saiba-o-que-pode-trazer-sem-ser-taxado.ghtml



Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/711063310272987136

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...