Pular para o conteúdo principal

Turistas enfrentam frio para encontrar Papai Noel na Torre Eiffel


Monumento foi projetado por Gustave Eiffel e construído de 1887 a 1889 como a atração central da Exposição Universal de 1889. Turistas em Paris aproveitaram para subir a Torre Eiffel Reprodução/ Facebook Tour Eiffel A chuva deu uma trégua nesta semana que antecede o Natal e turistas em Paris aproveitaram para subir a Torre Eiffel, um dos programas mais concorridos da capital francesa. No primeiro andar, o tema é o Village Noel, com direito a uma vista espetacular e uma foto com o bom velhinho.  Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram O monumento foi projetado por Gustave Eiffel e construído de 1887 a 1889 como a atração central da Exposição Universal de 1889. A princípio foi muito criticada por artistas e intelectuais da época, mas acabou se tornando um símbolo da França e uma das estruturas mais reconhecidas do mundo. A torre é, aliás, o monumento mais visitado do mundo, designado como parte do Patrimônio Mundial da Unesco em 1992. LEIA MAIS: Veja os destinos turísticos mais superestimados e subestimados no mundo Os 10 destinos que bombaram em buscas no Brasil em 2022, segundo o Google A torre tem 330 metros de altura Reprodução/ Facebook Tour Eiffel A torre tem 330 metros de altura, o equivalente a mais ou menos um prédio de 81 andares. É a estrutura mais alta da capital francesa. Por conta dos Jogos Olímpicos de 2024, a estrutura passou recentemente por uma reforma.  Subindo a pé pela escada ou de elevador, o primeiro andar recebe os turistas com decoração natalina de pinheiros, luzes e guirlandas. Há quiosques com bebidas quentes e guloseimas Reprodução/ Facebook Tour Eiffel Dali já se tem uma bela vista panorâmica de Paris, avistando-se os pontos turísticos do alto, como o Trocadero, o rio Sena, a basílica de Sacré Coeur e tantos outros monumentos. Para se esquentar um pouco, há quiosques com bebidas quentes e guloseimas. Tudo isso dentro de uma cúpula transparente e aquecida. Visitantes podem aproveitar as instalações da cúpula transparente e aquecida Reprodução/ Facebook Tour Eiffel E papai Noel em pessoa está presente no Village de Noël, recepcionando e tirando fotos com os visitantes. “É fantástico estar na pele de um personagem e ver a magia nos olhos das crianças, de todas as idades, que se enchem de alegria e felicidade. Isso aquece o coração”, diz papai Noel, ou melhor, o ator Fritz, que há dois anos encarna o bom velhinho na Torre Eiffel. Os turistas mais animados podem subir pelas escadas – são 674 degraus até o segundo andar. No total são 1665 degraus até o topo, mas o público só tem acesso pelas escadas até a segunda etapa.   A australiana Bhawene, que viaja com a irmã, pisa com cuidado sobre o piso de vidro, especial para se ter uma visão nítida da altura. “É tão bom estar em Paris, hoje demos sorte com o tempo. Não faz tanto frio na Austrália, aqui é muito bonito, as pessoas são simpáticas.“ Há os que viajam em família, devidamente agasalhados, como Raquela, Luana, Roberta, Fernando e Evelina, que são do Rio e de São Paulo. “Maravilhoso, muito bom, nunca tinha visto isso antes”, diz Raquela. “Não estamos acostumados, mas estamos nos habituando”, acrescenta Evelina. Initial plugin text A texana Linda também está encantada: “É magico, romântico. A arquitetura é linda, tudo é tão bonito, é uma experiência única na vida”. Outros que vieram do calor são Julia, Marie e Bernard, de Boiçucanga, litoral norte de São Paulo. “Tem sido maravilhoso, achei que ia sofrer mais, mas está maravilhoso”, diz Julia. “Viemos visitar familiares na Bélgica e aí a gente aproveitou para vir conhecer esta cidade tão famosa”, acrescenta Marie. “É uma experiência completamente diferente do que estamos habituados, não só em relação ao clima, mas à cidade em si, tudo é lindo e turístico, além de ser bastante acessível por trem e metrô, dá para conhecer diversos lugares sem gastar muito”, completa Bernard. Júlia, Marie e Bernard, de Boiçucanga (SP) visitam a torre Eiffel Patricia Moribe via RFI O acesso ao primeiro andar da torre leva pelo menos meia hora ou até 50 minutos, dependendo do fluxo de visitantes. Os turistas que olham maravilhados para o alto enquanto esperam a vez precisam ficar atentos com a perícia dos batedores de carteira e evitar jovens munidos de uma prancheta que pedem assinatura para uma causa obscura e insistem em uma “doação”. O Village de Noel funciona no primeiro andar da torre Eiffel até o dia 24 de dezembro. Veja como tirar o passaporte

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2022/12/21/turistas-enfrentam-frio-para-encontrar-papai-noel-na-torre-eiffel.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/704273049502072832

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...