Pular para o conteúdo principal

Por que você deve tirar fotos da sua mala nas viagens; confira 5 dicas


De forma simples e eficaz, a fotografia é uma prova visual para mostrar como sua bagagem estava no momento do despacho ou como ficou após o embarque. Tirar uma foto da sua mala pode ser tão importante quanto, além de evitar uma enorme dor de cabeça Pixabay/Reprodução A preparação para uma viagem sempre vem com uma longa lista de tarefas e, mesmo que você tenha pensado em tudo, tirar fotos da sua mala, mesmo que seja só por precaução, pode ajudar a evitar problemas. De forma simples e eficaz, a fotografia é uma prova visual para mostrar como sua bagagem estava no momento do despacho ou como ficou após o embarque, caso ela não chegue ao seu destino ou fique danificada durante a viagem, segundo o grupo de defesa do passageiro AirHelp. “A partir do momento em que é feito o check-in, a companhia é responsável pela sua bagagem e deve indenizá-lo efetivamente em caso de extravio ou danos”, diz a advogada Carolina Vesentini, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Fotografar a bagagem não é obrigatório. Para reembolso ou indenização não é exigido a comprovação da imagem, segundo a advogada. “Cada empresa tem uma regra distinta para pagar a indenização, mas fazendo a foto fica mais fácil garanti-la”. Sempre que viajar de avião procure fazer fotos de… Assim que definir quais são os itens da mala, faça um registro para mostrar o que está levando; Coloque em primeiro plano da foto os objetos de valor; Tire uma foto da identificação da bagagem e do comprovante do despacho; No check-in, tire uma fotografia da bagagem, que mostre a identificação do cartão de embarque; Faça uma foto do formulário com a declaração do valor da bagagem; o documento é fornecido pela companhia. Quando algo der errado… Caso sua bagagem seja extraviada ou tenha prejuízos, comunique o fato imediatamente à empresa aérea, segundo orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Preencha um formulário de reclamação por danos; Consulte a política da companhia aérea antes de sair do aeroporto, pois as regras variam de acordo com as empresas (veja mais detalhes abaixo). No check-in, tire uma fotografia da bagagem, que mostre a identificação do cartão de embarque Pexels/Divulgação LEIA MAIS: Mala de bordo: saiba como escolher o modelo ideal para sua viagem Lista de viagem: checklist mostra o que levar na mala e quais itens são essenciais 1. Foto da sua bagagem no check-in Por quê? Se a sua mala sofrer danos enquanto foi realizada a viagem, uma fotografia tirada antes de fazer o check-in vai comprovar que você não está tentando fazer uma reclamação por problemas passados. Recomendação: Retire todas as etiquetas de viagens anteriores e deixe apenas a que é da viagem atual. Em situações adversas, você pode mostrar a foto aos funcionários para poderem encontrá-la ou providenciarem reparos. Dica fotográfica: Faça fotos das malas de vários ângulos e da etiqueta da companhia aérea. Além disso, mostre que a bagagem está fechada corretamente e que não está excessivamente sobrecarregada. 2. Fotos do interior da mala Por quê? Se os objetos dentro da mala sofrerem danos ou se perderem durante a viagem, estas fotografias vão servir de registo ou prova. Recomendação: Tenha também guardado as notas fiscais de compra dos produtos, como por exemplo, máquinas fotográficas. Dica fotográfica: Coloque todas as roupas em cima da cama ou outra superfície e faça uma foto. Depois de acomodá-las na mala, repita o registro e se necessário faça fotografias que mostram detalhes. A recomendação vale para qualquer tamanho do objeto que será transportado. “Não faz parte dos usos e costumes fotografar o conteúdo da mala. Por outro lado, já tivemos casos em que o passageiro tinha uma relação completa dos itens que estavam dentro da mala extraviada. É raro, mas, passageiros mais detalhistas adotam essa cautela”, explicou o presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo (ANDEP), Cláudio Candiota. CONFIRA TAMBÉM: Remarcação de voos volta a poder ser cobrada; entenda regra ‘FERIADÕES’: veja dicas para programar viagens de até 4 dias PASSAPORTE: passo a passo sobre como tirar Registros podem ser feitos da parte interna e externa da mala Marissa Grootes/ Unsplash 3. Fotos dos objetos de valor em primeiro plano Por quê? Se tiver que deixar objetos de valor na bagagem despachada, é melhor ter certeza de que eles estão em bom estado – e devidamente embalados. As fotografias feitas em destaque do objeto vão mostrar as condições e as preocupações que foram tomadas para não ter nenhum problema. Recomendação: Objetos de valor devem ser levados na bagagem de mão. Mas às vezes, restrições de tamanho de bagagem acabam deixando você sem escolha. Se isso ocorrer, considere em adquirir um seguro de viagem para ter certeza de que está coberto caso tenha o azar de ocorrer algum imprevisto. Dica fotográfica: Antes de entregar os seus pertences estimados, tire fotos dos objetos de valor fora e dentro da embalagem, para que não haja dúvidas de que você tomou as medidas apropriadas para protegê-los. “Vale lembrar que tanto em voos nacionais quanto internacionais, objetos de valor, como eletrônicos, dinheiro em espécie e joias não podem ser incluídos na declaração. Por isso, é importante guardá-los na bagagem de mão”, orienta Carolina do Idec. Mala Wuestenigel on Visual Hunt 4. Foto da etiqueta de identificação Por quê? As etiquetas de bagagem são facilmente perdidas ou jogadas fora, mas são essenciais caso haja algum problema. Isso deve ajudar a equipe da companhia aérea a rastrear onde suas malas podem estar - no avião errado, deixadas no aeroporto de partida ou em algum lugar intermediário. Recomendação: Depois de entregar sua mala no balcão de check-in, a equipe da companhia aérea lhe dará uma etiqueta de bagagem. Tire uma foto da etiqueta de identificação da bagagem que mostre as informações de quem pertence a mala e qual o destino. Dica fotográfica: Certifique-se de que o texto e os números na etiqueta estão claramente legíveis na foto. 5. Fotos de problemas com a mala danificada O que fazer em caso de danos externos? Tire uma fotografia dos danos e dirija-se ao serviço de apoio ao cliente da companhia com a etiqueta de identificação da bagagem e o seu cartão de embarque. As imagens serão importantes para fundamentar a sua reclamação de compensação junto da companhia aérea. Regras: Segundo a Anac, a empresa aérea no Brasil deverá reparar o dano da bagagem ou substituir a bagagem por outra equivalente. Uma vez comprovado os danos, a empresa deverá pagar indenização correspondente ao passageiro. O que fazer? Você terá que preencher um formulário de reclamação por danos antes de sair do aeroporto. Algumas companhias aéreas permitem apresentar uma reclamação posteriormente, mas é importante consultar a política da companhia aérea antes de sair do aeroporto. Algumas companhias aéreas resolvem os danos mais simples no próprio aeroporto, o que evita o processo judicial que é sempre desgastante para as partes. O youtuber Marcos Vaz, de 34 anos, que é do Rio de Janeiro passou teve suas malas danificadas durante uma viagem para Dubai. Ele contou que assim após tirar as duas malas da esteira notou que ambas estavam sem uma das rodinhas. A solução do problema surgiu após o diálogo. “Fiz um vídeo com meu 'perrengue chique’. Depois mostrei a mala e me deram o dinheiro na hora pra comprar outra. Isso porque estavam sem mala lá”, disse. Malas ficaram sem as rodinhas durante um voo internacional Arquivo pessoal O que fazer em caso de extravio e furto de bagagens? Segundo a Anac, caso sua bagagem seja extraviada, comunique o fato imediatamente à empresa aérea. A comunicação deve ser feita junto ao balcão da empresa aérea, preferencialmente na sala de desembarque ou em local indicado por ela. Se for localizada pela empresa aérea, a bagagem deverá ser devolvida para o endereço informado pelo passageiro. A bagagem poderá permanecer na condição de extraviada por, no máximo, sete dias para voos nacionais e 21 dias, nos internacionais. Não sendo localizada e entregue no prazo indicado, a empresa deverá indenizar o passageiro. Nos casos de extravio de bagagem, o passageiro terá direito a receber da empresa aérea um ressarcimento por gastos emergenciais, pelo período em que estiver sem os seus pertences, desde que esteja fora do seu domicílio. “Vale lembrar que as empresas aéreas são responsáveis por definir a forma e os limites diários de ressarcimento”, explica o Idec. Em caso de furto, a recomendação é procurar a empresa aérea e comunique o fato, por escrito. Além disso, registre uma ocorrência na polícia. Veja abaixo uma lista com dicas sobre o que levar na mala nas viagens: Imprima e use para não deixar nada para trás Roberta Jaworski/G1 Voo atrasado ou cancelado? Veja os direitos do passageiro

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2022/12/27/por-que-voce-deve-tirar-fotos-da-sua-mala-nas-viagens-confira-5-dicas.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/704789495363534848

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...