Pular para o conteúdo principal

Copa do Mundo 2022: 'carne de ouro' comida por jogadores do Brasil no Catar tem 'mais glamour do que sabor' e pode ser feita em casa


Peça de carne folheada a ouro consumida por alguns dos jogadores da seleção brasileira durante a disputa da Copa do Mundo custa mais de R$ 3 mil. Carne com ouro do Catar Reprodução/Instagram Uma peça generosa de carne folheada a ouro é servida enquanto jogadores da seleção brasileira a temperam jogando sal com as pontas dos dedos. Criticada desde antes da Copa, carne com ouro do Catar vem junto com ‘teatro’ de dono Carne com ouro: mineral não tem gosto nem função na alimentação; entenda O gesto, que foi filmado e compartilhado nas redes sociais, é uma imitação da “marca registrada” de Nusret Gökçe, conhecido como Salt Bae, dono do restaurante onde os pratos excêntricos são servidos. Os atletas Vinícius Jr., Éder Militão e Gabriel Jesus, acompanhados do ex-jogador Ronaldo Fenômeno, jantaram no restaurante localizado no Catar, onde o preço da carne pode chegar a R$ 9 mil. Initial plugin text O consumo dos jogadores no local gerou críticas. Uma delas foi feita pelo padre Julio Lancellotti, que escreveu: “Enquanto milhões pelo mundo passam fome nos chega um vídeo deste, acintoso, e que causa indignação e tristeza” em uma postagem com quase 12 mil comentários no Instagram. Em entrevista ao podcast PodPah, o ex-seleção brasileira Ronaldo rebateu as críticas dizendo que o consumo do prato “não tem nada de errado e inclusive pode ser inspirador para outras pessoas”. O local visitado pelos jogadores é uma das filiais do restaurante Nusr-Et, que também está presente na Turquia, Grécia, Estados Unidos, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. LEIA TAMBÉM: Grama da Copa do Mundo tem toque brasileiro e é regada com água do mar; entenda Entenda o ar-condicionado 'inteligente’ dos estádios do Catar Afinal, o que é a 'carne de ouro’ e como ela é preparada? O prato mais caro, escolhido dos atletas brasileiros, é um prime-rib coberto com folha de ouro. No Catar, o preço é o equivalente a cerca de R$ 3.300, mas a depender da localização, o cardápio do restaurante varia. Em Londres, por exemplo, uma peça de Wagyu, uma carne considerada mais nobre, custa £ 630 (cerca de R$ 4.360), sem as folhas de ouro. “Mas é possível fazer o processo para 'banhar’ a carne em ouro com qualquer tipo de carne que a pessoa desejar, como filé mignon e picanha, por exemplo”, aponta Paulo Zegaib, chef-proprietário do Dinho’s, restaurante especializado em carnes localizado em São Paulo. Zegaib explica que o processo é mais simples do que muitos poderiam imaginar. “Basta colocar as folhas de ouro, que são vendidas separadamente, em cima da carne quente. Elas derretem e dão o visual.” “A ideia de folhear em ouro vem da confeitaria, é comum no preparo de doces. Mas Nusret foi quem lançou a ideia de colocar em peças de carne”, completa. Initial plugin text O ouro não muda em nada o sabor da peça, explica o chef. “O que vai acontecer é ativar mais um sentido, o visual, pela beleza e o status de estar 'comendo ouro’.” Para quem deseja reproduzir a receita em casa, as folhas de ouro para receitas podem ser encontradas em lojas de produtos para culinária ou mesmo online. Já um quilo de rib-eye custa entre R$ 120 e R$ 160. “O preço alto cobrado nos restaurantes de Nusret é mais por uma questão de experiência, do glamour, do que dos ingredientes de fato”, diz o chef-proprietário do Dinho’s. Na avaliação de Zegaib, a receita ainda não tem se popularizado no Brasil, mas há espaço para isso. “Se um cliente que viu os vídeos pedir no meu restaurante eu posso comprar.” Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63864285

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2022/12/06/copa-do-mundo-2022-carne-de-ouro-comida-por-jogadores-do-brasil-no-catar-tem-mais-glamour-do-que-sabor-e-pode-ser-feita-em-casa.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/702917872208510976

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...