Pular para o conteúdo principal

Balneário Camboriú projeta crescimento de 15% no número de turistas em relação à alta temporada passada


Secretário diz que alargamento da Praia Central tem trazido mais visitantes à cidade. Na temporada passada, 1,3 milhão de turistas estiveram em Balneário Camboriú. Praia Central de Balneário Camboriú 1 ano após obra de alargamento, com degrau e lagoa A Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, espera um crescimento entre 12% e 15% no número de turistas neste verão em relação à temporada passada. O secretário em exercício, Thiago Velasques, disse que o alargamento da Praia Central tem trazido mais pessoas à cidade. A alta temporada em Balneário Camboriú abriu oficialmente no sábado (3). O secretário afirmou que os meses anteriores deram uma prévia otimista sobre o verão. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram “No inverno, tivemos bons números. O mês de outubro foi com boa ocupação hoteleira, já mostrou diferencial em relação à temporada passada”, disse. Segundo ele, 26 mil turistas chegaram à cidade em outubro, contando somente os que vieram de ônibus. Para o réveillon, a rede hoteleira tem atualmente ocupação de 85%, e, para janeiro, 70%. “A gente gosta de frisar que a cidade vem se preparando para receber a demanda, entregando obras e planejamento dentro do cronograma”, afirmou o secretário. Público na areia da Praia Central, em Balneário Camboriú, em 31 de dezembro de 2021 Felipe Sales/NSC TV Na temporada passada, 1,3 milhão de pessoas visitaram Balneário Camboriú e taxa de ocupação da rede hoteleira ficou em 98% no réveillon de 2021 para 2022. A projeção de crescimento é de até 15%, mas esse valor pode ser maior. O secretário cita que os turistas do Mercosul (em especial os argentinos) e os estudantes têm ajudado o número de visitantes a subir. Velasques também citou a situação da pandemia da Covid-19, já que não haverá restrições sanitárias. Banhistas na Praia Central de Balneário Camboriú Patrick Rodrigues/NSC O secretário falou também sobre a abertura do Expocentro de Balneário Camboriú, que trouxa à cidade o público de feiras e exposições. “Não era tão grande antes porque não tínhamos estruturas [para receber essas pessoas]”, disse. O maior fluxo de turistas deve ser de 26 de dezembro a 15 de janeiro, conforme o secretário. A alta temporada se estende até março. Alargamento A obra de alargamento da Praia Central também traz visitantes à cidade, conforme o secretário. “Balneário Camboriú ficou muito em evidência no pós-alargamento. Os turistas que vieram antes estão se projetando para conhecer [a praia]. O turista que não conhecia ficou sabendo devido ao alargamento”, declarou. O fim da obra completou um ano no sábado. Com a obra, a orla passou de 25 para 70 metros. Lagoa aparece na Barra Sul na Praia Central de Balneário Camboriú Ultimamente, o aparecimento de uma lagoa e um “degrau” tem chamado a atenção no local. Neste domingo (4), câmeras de monitoramento mostravam a água acumulada na praia, entre o mar e a calçada, na região da Barra Sul. Os fenômenos, alega a prefeitura, fazem parte do processo de estabilização da praia e já eram esperados. Sáude Mesmo com a disponibilização de vacinas, inclusive doses de reforço, os números da Covid-19 em Santa Catarina subiram no último mês. Em 5 de novembro, eram 2.034 pacientes em fase de transmissão do vírus. No domingo (4), eram 13.872, segundo números do governo do estado. O secretário disse que a Vigilância Epidemiológica acompanha a situação e que a cidade tem uma estrutura anexa ao Hospital Ruth Cardoso exclusiva para pacientes da Covid-19 e que haverá aumento do efetivo na Saúde durante a alta temporada. Na Praia Central, novamente haverá o Centro de Controle Operacional, com várias secretarias, Polícia Militar, Guarda Municipal e profissionais da saúde para atender os visitantes. VÍDEOS: Alargamento da faixa de areia em Balneário Camboriú Veja mais notícias do estado no g1 SC

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2022/12/06/balneario-camboriu-projeta-crescimento-de-15percent-no-numero-de-turistas-em-relacao-a-alta-temporada-passada.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/702883172331962368

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...