Pular para o conteúdo principal

Veja as 29 praias brasileiras premiadas por qualidade da água e segurança em lista internacional


Santa Catarina foi destaque no certificado ambiental ‘Bandeira Azul’, com 18 praias selecionadas. Rio de Janeiro teve 4 praias escolhidas e Bahia, 3. Praia do Estaleirinho, em Balneário Camboriú, premiada com Bandeira Azul PMBC/Divulgação Um total de 29 praias brasileiras recebeu a certificação ambiental 'Bandeira Azul’, um programa da ONG Foundation for Environmental Education (FEE), com sede na Dinamarca. As praias nacionais foram escolhidas por um júri internacional, que selecionou ainda 11 marinas brasileiras. Foram levados em consideração critérios como qualidade da água, gestão e educação ambiental, além da segurança dos locais. Quanto custa comer nas melhores pizzarias do mundo? Conheça as sorveterias brasileiras premiadas A maioria das praias fica no estado de Santa Catarina (18), seguida pelo Rio de Janeiro (4) e Bahia (3). Outros quatro estados tiveram uma praia selecionada cada um: Alagoas, Ceará, Espírito Santo e São Paulo. A divulgação dos locais premiados na temporada 2022/2023 ocorreu na segunda-feira (3). O certificado será recebido em novembro em um evento presencial em Niterói, no Rio de Janeiro. Alagoas Praia do Patacho, Porto de Pedras Praia do Patacho: paraíso mais escondido, guarda águas claras, quentes e calmas. Celso Tavares/G1 Bahia Praia da Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, Salvador – BA Praia de Guarajuba, Camaçari – BA Praia de Itacimirim, Camaçari – BA Praia de Itacimirim, na Região Metropolitana de Salvador. Marina Oliveira Ceará Praia de Cumbuco, Caucaia – CE Praia de Cumbuco, em Fortaleza Divulgação Espírito Santo Praia da Sereia, Vila Velha – ES Praia da Sereia, em Vila Velha Everton Thiago/Prefeitura de Vila Velha Santa Catarina Praia do Estaleirinho, em Balneário Camboriú, premiada com Bandeira Azul PMBC/Divulgação Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC Praia de Piçarras – Balneário Piçarras – SC Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC Praia de Mariscal, Bombinhas – SC Praia da Conceição, Bombinhas – SC Prainha, São Francisco do Sul – SC Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC Praia Grande, Penha – SC Praia da Bacia da Vovó, Penha – SC Praia da Saudade, Penha – SC Lagoa do Peri, Florianópolis – SC Praia do Cerro, Barra Velha – SC Praia do Sol, Barra Velha – SC Praia de Taquaras, Balneário Camboriú – SC Praia Grande, São Francisco do Sul – SC Praia do Ervino, São Francisco do Sul – SC São Paulo Praia do Tombo – Guarujá, SP Praia do Tombo no Guarujá (SP). Divulgação/Prefeitura de Guarujá Rio de Janeiro Praia do Peró, em Cabo Frio, no RJ, recebeu o selo “Bandeira Azul”. Prefeitura de Cabo Frio/ Divulgação Praia do Peró, Cabo Frio – RJ Praia do Sossego, Niterói – RJ Praia de Itaúna, Saquarema – RJ Praia do Forno, Armação de Búzios – RJ As 11 marinas brasileiras premiadas Yacht Clube da Bahia, Salvador – BA Marina Costabella, Angra dos Reis – RJ Iate Clube de Santos, Angra dos Reis – RJ ICSC, Florianópolis – SC Marina Kauai, Ubatuba – SP Tedesco Marina – Balneário Camboriú – SC Marina Itajaí, Itajaí – SC Marinas Nacionais, Guarujá – SP Voga Marine, Ubatuba – SP Iate Clube de Santos, Guarujá – SP Marina da Conceição, Florianópolis – SC Quais são os critérios para se receber a Bandeira Azul? Para que um local receba a certificação da Bandeira Azul, são avaliados critérios como: cada praia deve fornecer, pelo menos, cinco atividades de educação ambiental ao público durante a temporada de Bandeira Azul; qualidade da água; valor cultural do lugar; limpeza da praia; praia deve ter recipientes para lixo, incluindo recicláveis; praia deve ter banheiros; acesso de animais na praia deve ser controlado; equipamentos de primeiros-socorros devem estar disponíveis na praia; pelo menos uma praia do município deve estar equipada para receber pessoas com necessidades especiais.

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2022/10/05/veja-as-29-praias-brasileiras-premiadas-por-qualidade-da-agua-e-seguranca-em-lista-internacional.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/697266134564634624

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...