
Primeira aventura de Rafael e Lídia Diedrich foi feita em 2012; de lá para cá, dupla diz ter visitado mais de 200 países, sendo 16 com a filha Liz. Lídia, Liz e Rafael estão na expectativa para o reconhecimento do título do Guinness World Records Reprodução/ Redes sociais Quando Rafael Diedrich, de 31 anos, e Lídia Diedrich, de 30, fizeram a primeira viagem, há 10 anos, eles não imaginaram que poderiam se tornar o mais jovem casal a visitar todos os países do mundo. Na época, eram recém-casados e não tinham a pequena Liz. “Tínhamos a proposta de viajar até o resto da vida por 100 países”, lembra Rafael. Agora, eles estão atrás da marca no Guinness, o Livro dos Recordes, para onde enviaram a documentação das visitas a 215 países, sendo 193 deles membros da Organização das Nações Unidas (ONU) e 22 que não são. Segundo Rafael, o processo de validação do recorde teve início no último dia 28. O Guinness vai analisar a jornada do casal com o número de 196 nações: os 193 da ONU e mais 3 que o Guinness reconhece (Kosovo, Taiwan e Palestina). Quantos países existem – e por que é tão difícil responder a essa pergunta? Conheça as oito praias oficiais de nudismo no Brasil Veja as 10 melhores praias do mundo para viajar em 2022, segundo o Tripadvisor Para a inscrição, são necessários três tipos de verificação: um documento de comprovação preenchido por uma pessoa que nasceu em cada país visitado, carimbo no passaporte e fotos. Lídia e Rafael com a filha Liz Reprodução/ Redes sociais “Desde que começamos, fomos coletando as assinaturas. Sempre preservamos os nossos passaportes e registramos com imagens todas as nossas viagens”, explica. De acordo com Rafael, Lídia também pode ser a primeira brasileira a visitar todos os países. “Não existe mais a possibilidade de alguém bater o recorde. Também estamos fazendo aplicações que serão validadas por mais de uma instituição”. LEIA MAIS: Casal viaja por paisagens de tirar o fôlego e visita até a Torre Eiffel sem sair de casa; veja como A família que viajou pelo mundo durante 22 anos em um carro de 1928 Início da jornada Para a primeira viagem, ao Chile, Rafael, que é neurocientista e teólogo, disse que tinha recursos “guardados do salário mínimo” que recebia na época, junto com as economias de Lídia, que estava terminando o curso de enfermagem. O casal escolheu ficar hospedado em hotéis. “Nossa primeira viagem foi aproveitando uma promoção que resolvemos encarar”, disse. Initial plugin text Depois de conhecer seis países, em 2014, o casal estabeleceu um novo plano de pisar em 50 países antes de completar os 30 anos de idade. “Fomos garantindo as passagens e conhecemos mais países. Depois, algumas empresas vieram nos sondar e conseguimos ampliar a nossa meta”. Neste período, surgiu a ideia de criar uma rede social para compartilhar as experiências. Atualmente, a família tem 1 milhão de seguidores no Instagram, cria conteúdo no TikTok e também em um blog. Durante a pandemia, o casal precisou fazer uma pausa em meio às planilhas e estudos sobre vistos. “As passagens para as próximas viagens estavam compradas para 2020 e a ideia seria terminar em 8 anos e meio. Mas precisamos ficar estacionados por causa da pandemia e neste período nasceu a nossa filha”. Por conta disso, eles tiveram uma companhia especial para completar os últimos passeios. “Foi muito bom podermos terminar todos os países com a nossa filha. Com 1 ano e 11 meses, ela já visitou 16 países. Com ela, tudo isso ficou ainda mais divertido”. Nesses anos de viagens, Rafael explicou que o casal conheceu muitos lugares especiais e até mesmo precisou enfrentar muitas barreiras para conseguir visitar países em conflito. Ele lembra também que foi necessário driblar imprevistos como uma mordida de canguru, que ocorreu na Papua-Nova Guiné, e causou ferimentos leves. Uma história emocionante, que considera um "livramento”, aconteceu em 2019. Oito horas antes do voo, eles precisaram trocar as passagens. E o avião onde deveriam ter embarcado caiu. “Foi muito assustador, minha mão até tremia depois que recebemos a notícia”. O acidente aconteceu entre a Etiópia e o Quênia, em 2019, deixando mais de 150 mortos. Mais sobre turismo: Conhecida como ‘Orlando brasileira’, Olímpia aguarda 350 mil turistas em julho Veja como é o novo modelo de passaporte Os 10 melhores parques de diversão do mundo, segundo turistas
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