Pular para o conteúdo principal

Preço das passagens aéreas aumenta quase 70% em apenas um ano


O levantamento é da Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac. As próprias companhias aéreas reconhecem que essa tendência de alta não deve passar tão cedo. Preço das passagens aéreas aumenta quase 70% em apenas um ano A Agência Nacional de Aviação Civil, Anac, fez um levantamento sobre o aumento das passagens aéreas. Em apenas um ano, os preços subiram 70%. O Jornal Hoje mostrou que as próprias companhias aéreas reconhecem que essa tendência de alta não deve passar tão cedo. Em março deste ano, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil, a tarifa média de passagens vendidas para voos domésticos foi de R$ 648. Um aumento médio de 68,6% em comparação com o mesmo mês de 2021. Em fevereiro de 2022, esse valor foi de R$ 500 reais. Um aumento de quase 30%. O setor aéreo foi um dos mais impactados pelas medidas restritivas adotadas por conta da Covid-19. Mato-grossenses sentem impacto do aumento das passagens aéreas Reprodução/TVCA Entre janeiro e abril de 2019, antes da pandemia, os voos domésticos tiveram quase 31,5 milhões. Nesse período, o número caiu em 2020 e piorou no ano passado. Nos primeiros quatro meses de 2021, o volume de passageiros foi praticamente a metade do registrado no período pré-pandemia. Este ano, já houve uma recuperação expressiva: quase 26 milhões de passageiros voaram pelo Brasil. Para a Abear, Associação Brasileira das Empresas Aéreas, a alta do preço do querosene de aviação é um dos principais motivos para o aumento do custo das companhias. “No ano passado, ainda antes da guerra da Ucrânia, o querosene no Brasil subiu 92% e apenas este ano, entre janeiro e maio, subiu 64,3%, superando de longe a alta da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. Este querosene de aviação, como é de conhecimento público, é cobrado em dólares pela Petrobras e este câmbio que também impacta o querosene, impacta o leasing, formando metade dos custos da aviação brasileira, portanto, dolarizados. O que acaba no preço do bilhete, configurando nesse momento a situação mais grave que nós vivemos em termos de custos em pelo menos 5 décadas”, explica Eduardo Sanovicz, presidente da Abear. Viagens de avião estão mais caras Rede Globo A dica, para encontrar uma tarifa mais em conta, segundo o proprietário de uma agência de viagem, é fugir dos meses de maior procura - como julho, por conta das férias escolares - e comprar com antecedência. Para voos nacionais, o ideal é comprar cerca de 45 dias antes da data do voo. No caso dos internacionais, para quem pode arriscar uma compra em cima da hora, ele disse que pode ser vantajoso comprar o bilhete até um mês antes. “A primeira dica é você fazer a viagem com antecedência e, quando possível, você fugir das altas temporadas e dos feriados nacionais. E a segunda dica é você planejar a sua viagem de terça a sexta. Essa janela dentro do avião são os dias mais baratos que você pode voar”, diz Paulo Ferreira. Veja a reportagem completa no vídeo acima.

Este artigo g1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2022/06/06/preco-das-passagens-aereas-aumenta-quase-70percent-em-apenas-um-ano.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/686337875474874368

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...