Pular para o conteúdo principal

O que fazer quando meu time não traz boas ideias?

Imagem: Pixabay
Imagem: Pixabay Programa Inova 360

Por Millor Machado

Uma das queixas mais comuns de líderes é: meu time não traz boas ideias.

Como a equipe que está no campo de batalha está muito próxima dos clientes, suas contribuições podem agregar bastante valor no processo. Por isso, um time proativo pode fazer muita diferença nos resultados da empresa.

O grande problema é que se espera que as pessoas deem ideias criativas, mas geralmente elas não recebem o suporte necessário para isso.

Na teoria, é óbvio que as pessoas deveriam trazer boas ideias. Porém, muitas vezes, elas ficam tão imersas no dia-a-dia que acabam não conseguindo ter uma visão do contexto geral.

Por isso, o grande segredo é: deixe as expectativas mais claras. Para isso, alguns passos devem ser seguidos.

O primeiro deles é contextualizar o tipo de ideias que eles devem trazer, de preferência atreladas a um problema específico. Por exemplo, é muito mais fácil gerar ideias sobre “como reduzir a inadimplência” do que ideias genéricas, sem contexto.

Em seguida, você deve ajudar o time a priorizar as ideias. Além disso, é importante auxiliar na implantação dessas ideias prioritárias.

Vale reforçar que, quanto mais as pessoas enxergam o resultado de suas ideias na prática, maior o estímulo para trazê-las.

O terceiro passo é entender que ideias fora da caixa são legais, mas como o foco é a geração de resultados, é essencial priorizar as ideias com maior potencial de aplicação.

No caso de ideias interessantes, mas pouco aplicáveis, vale a pena criar um processo de refinamento para que, conforme elas amadureçam, possam ser colocadas em prática.

O penúltimo passo é criar ambientes em que as ideias de melhoria são discutidas com frequência e seus resultados avaliados. Para isso, é recomendado travar na agenda reuniões específicas para discutir a aplicação de novas ideias e a definição dos próximos experimentos a serem realizados.

E o quinto e último passo é reconhecer pessoas que trazem ideias relevantes e mostrar para os outros o que você espera. Vale a pena destacar que pessoas seguem exemplos, por isso o reconhecimento terá um impacto muito grande na disseminação da cultura de inovação.

Como bônus, é essencial entender que quando equipe não traz boas ideias, a responsabilidade de treinar e estimular a inovação nas pessoas, é do líder.

Por isso, por mais que você ache que o time deveria ser pró-ativo e trazer as inovações, é importante assumir o seu papel enquanto líder e criar o ambiente necessário para que as boas ideias floresçam.

Gostou do conteúdo e quer receber dicas diárias sobre liderança e gestão? Vale a pena conferir meu Instagram: @millor.machado.

Millor Machado assina a coluna sobre Liderança e Produtividade, no Inova360, parceiro do portal R7. É CEO e co-fundador do GPS de Gestão e possui uma extensa experiência como executivo e consultor, auxiliando líderes de diversos setores a atingirem melhores resultados. Tem um quadro sobre Liderança e Produtividade no programa de TV Inova360, na Record News.

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/millormachado/

Site: www.gpsdegestao.com.br



Este texto foi publicado primeiro em http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/programa-inova-360/o-que-fazer-quando-meu-time-nao-traz-boas-ideias-14102020

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/632013551124561920

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...