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A história de sucesso e fracasso dos filhos do Bitcoin

Imagem: Pixabay
Imagem: Pixabay Programa Inova 360

Por Alex Silva

Quando em 2008 “Satoshi Nakamoto” publicou o WP de forma anônima sobre o que seria o BITCOIN PEER-TO-PEER TRANSACTION, ninguém naquela época, nem mesmo o próprio “Satoshi”, podia imaginar que 12 anos depois, mesmo com tanta tecnologia de vanguarda, o Bitcoin seria o criptoativo mais poderoso do mundo.

Dito isto, a teoria de que de filho de peixe, peixinho é, não se aplica aos “filhos do bitcoin” e é sobre esse assunto que eu gostaria de chamar atenção do leitor.

Agora, início de setembro de 2020, data da publicação dessa matéria, mais de seis mil e quinhentas criptomoedas foram lançadas. A grande maioria, posso afirmar categoricamente, falharam e deixaram rastro de perdas para muitos de seus investidores.

Em alguns casos, como da EOS, a captação atingiu bilhões de dólares e até hoje o projeto ainda não vingou. Isso mostra que o sucesso de uma criptomoeda não está relacionada ao quanto de recurso essa “moeda digital” tem para executar seu projeto. Mas vamos nos ater apenas naquelas criptomoedas que optaram em “surfar” na onda do nome poderoso do BITCOIN.

Bitcoin Cash

Uma cripromoeda baseada em Bitcoin, lançada em meados de 2017 que acendeu um debate na rede do Bitcoin visando mudanças no funcionamento da moeda digital. Seu principal foco era o aumento na velocidade de processamento das transações, visando, elevar o número de transações por segundo. Hoje a moeda é consolidada como uma criptomoeda legítima.

Bitcoin Gold

Um projeto ousado, que visa ser a melhor criptoativo baseado em Bitcoin. Usando a tática de centralização dos mineradores, alterando a prova de trabalho.

Ressalto que o “fork” Bitcoin Gold é outro criptoativo, diferente do tenk Segwit2x da Rede Bitcoin, que teve seu lançamento adiado, devido a fatos apontados como falta de acordo entre as comunidades Bitcoin.

O Bitcoin Gold pode ser considerado uma cópia da principal cadeia de Bitcoins. Sua divisão é baseada na escala de 1:1, cada pessoa com 1 Bitcoin recebia 1 Bitcoin Gold.

O projeto não atingiu nem de longe a espectativa de sucesso esperada.

Bitcoin Satoshi Vision

O white paper elaborado por Satoshi Nakamoto trouxe ao público o nome “Bitcoin” em 2008. De lá para cá, a moeda passou por muitas transformações e alterações. Criando em seu entorno muitas redes. O próprio BTC disponível em exchanges pode ser considerado uma rede variada com uma grande capitalização, a maior.

O Bitcoin Satoshi Vision é voltado aqueles que buscam os princípios das ideias do Bitcoin original: imutabilidade, rastreabilidade e independência.

Hoje a moeda é um maiores cases e caiu na graça dos amantes do Bitcoin.

Bitcoin Vault

Auto intitulada como o “Bitcoin 2.0”.

Um projeto ambicioso que traz muitos riscos e possibilidades, tanto de perda quanto de ganhos. O histórico de projetos como esse pesa para o lado negativo da balança. Alguns especialistas fazem alertas negativos sobre essa moeda, pois sua comunidade vem única e exclusivamente de um sistema de marketing de rede pouco confiável denominado “mining city” O mercado está aguardando se a moeda sobreviverá os 17 meses que sustentam a tese de confirmar que o criptoativo rompeu a barreira de se distanciar do risco de se tornar uma “”shitcoin” Termno usado para moedas que fracassaram.

Bitcoin Diamond

Apresentado em seu site oficial como uma moeda POW X13 GPU, o Bitcoin Diamond (BTDC), usa para mineração a placa de vídeo, o que a difere do Bitcoin original.

A oferta de 210 milhões de unidades, dez vezes mais que a do Bitcoin pode ser considerado um diferencial, ou um problema, dependendo do ponto de vista.

Fato é que essa moeda ainda não caiu na graça da comunidade global que apoia o Bitcoin.

Bitcoin HD

O Bitcoin HD (BHD) tem em seu histórico um volume de mais de US$1.000.000,00 de negociações realizadas em 24 horas e uma oferta de no máximo 20 milhões de moedas e pouco engajado no mercado. O que o coloca com pouquíssima relevância no cenário de criptomoedas.

Bitcoin Vault Cash

Circulando apenas com uma versão beta, a cripto se propõe surfar na onda da rápida ascensão do Bitcoin Vault, porém sem vínculo com os polêmicos sistemas de marketing de rede, o que para especialistas demonstra mais credibilidade, pois retira a ideia de captação de recurso para viabilizar o projeto, além disso um fato relevante é a confirmação de listagem em uma grande exchange chinesa (Coinbene) para data limite para janeiro de 2021.

Alex Silva é colunista do Inova360/R7 e comentarista do Programa de TV Inova360, na Record News. É palestrante e consultor de Bitcoin, Criptomoedas e Blockchain

Site: https://www.alexsilvanegociosdigitais.com.br/

 



Este texto foi publicado primeiro em http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/programa-inova-360/a-historia-de-sucesso-e-fracasso-dos-filhos-do-bitcoin-04092020

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/628378336738099200

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