Pular para o conteúdo principal

Conheça tecnologias que ganharam destaque durante a pandemia

Algumas tecnologias, como raios ultravioleta (UV) e de ozônio, robôs, drones e câmeras de temperatura ganharam destaque durante a pandemia do novo coronavírus. O doutor em Ciência da Computação Luís Lamb explica as aplicações de cada uma delas

*Estagiária do R7 sob supervisão de Pablo Marques

Segundo Lamb, os raios ultravioleta, utilizados há muito tempo como método de tratamento de água potável e desinfecção de ambientes como aviões, fábricas e escritórios, agora estão sendo pensados como arma de combate ao novo coronavírus. Em diversos países, emissores de UVC (um dos três tipos de raios ultravioleta) têm sido utilizados para limpar o chão de hospitais, e, mais recentemente, a tecnologia começou a ser testada para a esterilização de equipamentos de proteção pessoal. O especialista, afirma, no entanto, que não existem evidências científicas que garantam sua eficácia e segurança. “Foram feitos alguns experimentos na Europa e na Ásia, mas não foi algo que se consolidou.”

Os raios de ozônio também possuem diversas aplicações, como tratamento de água potável e correção de solo. Na pandemia, a tecnologia tem sido utilizada na limpeza de lugares de difícil acesso ou de itens que são sensíveis ao álcool. De acordo com o especialista, assim como os raios UV, no entanto, ainda não há evidências científicas que garantam sua eficácia e segurança

Os robôs fazem parte do imaginário de um futuro tecnológico e cada vez mais são usados em atividades cotidianas. Durante a pandemia, os novos cuidados para evitar o contágio pelo vírus impulsionou o uso das máquinas no lugar de humanos. 
“Os robôs têm sido utilizados sobretudo para otimizar processos, tais como transporte de medicamentos e insumos dentro dos hospitais e desinfecção de ambientes. Desta forma, o trabalho do profissional de saúde é concentrado em sua atividade essencial, que é cuidar de quem está doente”, afirma Lamb

Os drones também foram adaptados para otimizar tarefas nos últimos meses. “Podem ser destacados, ainda, os drones, que possuem múltiplas aplicações e funcionalidades, tais como entrega de medicamentos e mercadorias em áreas remotas, desinfecção de áreas externas com a ajuda de borrifadores de pesticidas e verificação de temperatura”. Além disso, os equipamentos contam com câmeras de alta resolução, o que possibilita o mapeamento de áreas para verificar se há aglomeração de pessoas e dispersá-las, se necessário

Recurso que não é tão novo, mas que as pessoas podem ter mais contato daqui para frente é a câmera térmica, que emitem radiação infravermelha. “Essa tecnologia já havia sido utilizada anteriormente, mas foi popularizada com a pandemia. Foi muito utilizada na Ásia, sobretudo na China, onde não havia profissionais de saúde suficientes para realizar essa tarefa. A vantagem é que é possível medir a temperatura de milhares de pessoas em apenas poucos minutos”



Este texto foi publicado primeiro em http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/fotos/conheca-tecnologias-que-ganharam-destaque-durante-a-pandemia-03082020

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/625475440278224896

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...