Pular para o conteúdo principal

Alemanha declara a Espanha como zona de risco para coronavírus


Governo espanhol fechou boates e restringiu fumo nas ruas após alta nos casos. Homem é levado em maca em hospital de Madrid nesta sexta-feira (14) durante pandemia de Covid-19 na Espanha Juan Medina/Reuters A Alemanha, considerada um exemplo no manejo da pandemia do coronavírus, declarou nesta sexta-feira (14) toda a Espanha, com exceção das Ilhas Canárias, como zona de risco, diante da ameaça de uma segunda onda de contágios. Com a decisão, o governo alemão também considera as Ilhas Baleares, destino preferido dos alemães na Espanha, uma área de risco. A partir de agora, todas as pessoas que retornam da Espanha para a Alemanha devem realizar um teste diagnóstico e aguardar os resultados em quarentena. Pessoas se reúnem perto de praia nas Ilhas Canárias, na Espanha, nesta quinta (13) Borja Suarez/Reuters Berlim já havia alertado para os riscos de viajar para as comunidades autônomas de Aragão, Catalunha, Navarra, País Basco e Madrid. Depois que outras regiões espanholas ultrapassaram a barreira de 50 infecções por 100 mil habitantes em uma semana, a ampliação das restrições pelo governo alemão era esperada. “A Espanha tem um desenvolvimento muito rápido da epidemia”, disse uma porta-voz do ministério. “A cada dia mais regiões são fortemente afetadas pela epidemia”, acrescentou. A Alemanha, que até agora foi pouco afetada pela pandemia, se depara com um aumento das infecções, que ultrapassaram mil em 24 horas por vários dias, um fato “preocupante” para o ministro da Saúde, o conservador Jens Spahn. Na sexta-feira, o Instituto Robert Koch registrou 1.449 novos casos, números que não eram registrados desde maio. Um sistema com falhas Profissionais da saúde em Madri, na Espanha, em 10 de agosto de 2020 Juan Medina/Reuters Devemos ser “vigilantes e prudentes” para evitar uma nova onda da pandemia no outono, disse Steffen Seibert, porta-voz da chanceler Angela Merkel, nesta sexta-feira. O aumento de casos está ligado ao fato de que os alemães retomaram as viagens e “infelizmente em alguns casos, não raros, voltaram infectados”, disse ele. Para se proteger, a Alemanha impôs testes obrigatórios para viajantes que retornam de áreas de risco e incentiva os que passaram por lugares mais seguros a se submeterem voluntariamente a esses testes gratuitos. Um incidente na região da Baviera mostrou que esse sistema é falho. Mil pessoas, que fizeram o teste voluntariamente, foram informadas tardiamente que estavam contaminadas. A Alemanha teme um aumento das infecções com a volta às aulas, que já começaram em várias regiões. Algumas escolas tiveram que fechar após o registro de casos. Médico faz teste de covid-19 em um passageiro no aeroporto de Düsseldorf, Alemanha, segunda-feira, 27 de julho de 2020 Martin Meissner/AP Antes da Alemanha, o Reino Unido já havia reimposto uma quarentena de duas semanas para viajantes procedentes da Espanha no final de julho. Covid-19: Espanha proíbe fumar ao ar livre e em áreas abertas de restaurantes e bares A medida tem consequências muito duras para a Espanha, segundo destino turístico mundial, que recebe milhares de britânicos e alemães por ano. “Os turistas que estão na Espanha serão contatados. Os que voltarem amanhã (sábado) ou domingo poderão pegar um voo normal. Os demais receberão propostas para voltar (à Alemanha) o mais rápido possível”, disse um porta-voz do maior grupo de turismo do mundo, o TUI. A Espanha, um dos países do mundo mais afetados pela pandemia, adotou novas restrições para evitar uma segunda onda. O país fechou discotecas e outros locais de diversão noturna e proibiu o fumo na rua se uma distância de dois metros não puder ser garantida. Initial plugin text

Este artigo G1 > Turismo e Viagem foi publicado em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/08/14/alemanha-declara-a-espanha-como-zona-de-risco-para-coronavirus.ghtml

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/626464659630882816

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...