Pular para o conteúdo principal

Startups da área de saúde atuam na batalha contra a Covid-19

Imagem: Unsplash
Imagem: Unsplash Programa Inova 360

A frase “tempo é dinheiro” perdeu espaço para “tempo pode salvar vidas”. Sem precedentes, vivemos uma época em que temos tempo para muitas coisas, menos para esperar por consultas, diagnósticos, exames e resultados. As Health Techs, até pouco tempos atrás, conhecidas como startups promissoras para solucionar problemas de saúde similares em qualquer lugar do mundo por meio da tecnologia, desde a prevenção até o tratamento, passaram por um processo de aceleração.

A brasileira Hi Technologies, por exemplo, vai lançar, na segunda quinzena de abril, o exame para o coronavírus em seu mini laboratório Hilab, que pode ser encontrado nas farmácias do país e faz diversos outros tipos de diagnóstico. Inicialmente, o valor previsto para ser cobrado pelo exame é de 130 reais, mas a empresa avalia condições para diminuir o custo e tornar o serviço mais acessível. O resultado do teste deve sair em cerca de 10 minutos.

Do lado B2B, a ViBe já auxilia 65.000 usuários na jornada de saúde digital. A startup oferece um modelo de negócios para serviços de telemedicina, saúde corporativa e gestão de crônicos e terapêuticos. Hoje, são mais de 20 clientes corporativos que, por meio de uma taxa mensal por colaborador ou com pagamento por uso sob demanda, já oferecem cuidados com a saúde primária digital de qualidade aos seus funcionários. A startup também está desenvolvendo produtos focados no mercados PME e B2C (contratação individual).

A plataforma oferece, ainda, recursos integrados de saúde e bem-estar, como prescrições eletrônicas, avaliações de risco à saúde, conexões com wearables via app e uma plataforma de BI (Business Intelligence) para os RHs, médicos ocupacionais, e corretoras de saúde. No período da pandemia, a ViBe está com uma equipe médica atendendo ao público em geral, não só usuários B2B.

Neste mesmo segmento B2B, A Identhis desenvolve soluções de Inteligência em saúde que automatizam a coleta e análise de dados de diferentes setores da saúde, visando o aumento da eficiência e maior segurança do paciente. Com o ganho de tempo trazidos pela automação de tarefas, o profissional da saúde pode se dedicar mais ao paciente e por consequência mais pacientes podem ser cuidados.

Todos os produtos e serviços baseiam-se na aplicação de conhecimentos e habilidades em forma de dispositivos, procedimentos e sistemas desenvolvidos para resolver um determinado problema de saúde e melhorar a qualidade de vida. Todos fazem uso intenso da nuvem e do largo know how da SoftwareONE.

A SoftwareONE, por meio de seu programa ONEClub, acelera seus parceiros no modelo ISV (Independent Software Vendor). Na prática, o programa fornece os serviços de avaliação e migração para a nuvem Azure da Microsoft, com gestão da operação pela plataforma Pyracloud e apoio na parte comercial e de expansão do negócio, por meio de profissionais capacitados e conectados a um ecossistema qualificado na indústria e no setor da saúde.

Cresce número de Health Techs no Brasil

Relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) aponta que quase 70% da população brasileira atualmente não possui um plano de saúde. Essa estatística, na visão de Otávio Argenton, country manager da SoftwareONE Brasil, endossa a taxa de aumento das Health Techs, conforme estudo feito pelo Distrito Health Tech Report 2019 (DHTR-19), fonte de inteligência sobre novas tecnologias e inovação no mercado de saúde do Brasil. Antes de 2000, a taxa de aberturas de Health Techs crescia na faixa de 1,8% ao ano. De 2001 a 2010, subiu para 11% e passou por um boom até os dias atuais para 87%, segundo DHTR19. No Brasil, o número de startups deste setor passou de 288 para 386 empresas mapeadas, apenas no último ano.

“As tecnologias focadas no diagnóstico e tratamento tendem a melhorar a precisão e monitoramento das doenças, mas não devem prevenir que as pessoas fiquem mais doentes, afinal, isso depende também do comportamento de cada um. Por outro lado, também vamos constatar que o custo econômico hospitalar continuará crescendo muito nos próximos anos. E nesse ponto, temos muito a contribuir para a sociedade com os nossos parceiros Health Techs ISVs”, conclui Argenton.



Este texto foi publicado primeiro em http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/programa-inova-360/startups-da-area-de-saude-atuam-na-batalha-contra-a-covid-19-16062020

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/621134335629770752

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...