Pular para o conteúdo principal

Marketplace para pequenos negócios: como juntar esforços e criar um

Programa Inova 360
Programa Inova 360 Programa Inova 360

Por Wirecard

Criar um marketplace para pequenos negócios em prol de uma causa pode ser uma ótima forma de aumentar o faturamento. Veja por quê!

Como criar um marketplace para pequenos negócios juntando essas empresas em um projeto comum? Pode ser que você já tenha feito essa pergunta e, considerando o momento atual, em que a criatividade para continuar vendendo é uma característica valiosa, a resposta a ela pode significar uma grande oportunidade!

Só para você ter uma ideia: no primeiro semestre de 2019, os marketplaces somaram um crescimento de 13%, enquanto a média dos e-commerces brasileiros ficou em 12%, segundo dados de uma pesquisa Ebit/Nielsen. Segundo o levantamento, esse canal é visto com bons olhos pelos consumidores, que consideram os marketplaces locais adequados para comparar preços, conseguir boas promoções e acessar outros benefícios fundamentais para quem consome pela internet.

É vantajoso vender em um marketplace?

Sem dúvidas que sim! Principalmente se seu e-commerce não tem um tráfego muito relevante e o seu negócio nem mesmo tem volume de recursos suficiente para melhorar esses resultados na velocidade que você espera. E para quem ainda não tem um e-commerce, essa é uma oportunidade de marcar presença no mundo das vendas digitais.

Entretanto, é claro que isso precisa ser feito com planejamento e critério. Em geral, há exigências de volumes específicos de vendas, bem como a lucratividade pode ser menor. Tem ainda o custo de vender nessa plataforma, além da perda de identidade, já que a marca no alto da página não é da sua loja.

No caso de empreendimentos que precisam aumentar a margem de lucro, especialmente em um momento de crise como o que vivemos, vale aproveitar a boa recepção que o público tem em relação aos marketplaces para colocar em prática uma ideia mais lucrativa e ousada. Essa ideia pode ser juntar os empreendedores da sua região e criar um marketplace para pequenos negócios.

Por que unir forças para criar um marketplace para pequenos negócios

A proposta de juntar pequenos negócios para criar um marketplace não é nenhuma invenção da roda. Você já viu aquelas redes de supermercados que se juntam só para negociar com os fornecedores? Elas costumam estocar as compras em um centro de distribuição comum e dividir as mercadorias conforme o valor investido. Assim, conseguem fazer frente a grandes varejistas.

Este é só um exemplo para você entender como a ideia dá certo. A diferença é que, em vez de uma união em prol do estoque, o marketplace para pequenos negócios é focado na venda. Unidos, podem custear todos os investimentos para colocar na rede essa estrutura e dividir o orçamento de desenvolvimento, publicidade e assistência técnica.

Mas nem tudo são gastos, porque a união para tornar real um marketplace para pequenos negócios gera uma economia no desenvolvimento de um e-commerce próprio. Desse modo, todos dividem custos em benefício de um objetivo comum. Inicialmente, esse marketplace pode servir exclusivamente ao grupo de empresas que tomou a iniciativa, por exemplo.

Porém, com o tempo, é possível atrair outros vendedores e expandir as fontes de receita. Dessa maneira, muitas oportunidades podem ser criadas: ampliam-se os canais de venda para aumento do faturamento, encontra-se uma oportunidade de vendas com custos compartilhados e, adiante, cria-se um novo negócio em benefício de todos os pioneiros da ideia.

Como juntar pequenos negócios para criar um marketplace

O primeiro cuidado é conhecer o mercado para identificar os pontos centrais de oportunidades. Essa avaliação vai permitir que a iniciativa atenda às demandas dos clientes. Nesse esforço, talvez seja necessário que as partes envolvidas ajustem algumas práticas dos seus negócios de modo a se tornarem mais atrativas para o público.

É preciso verificar tendências, oportunidades e fazer esses ajustes com base no resultado dessas pesquisas, para ter a certeza de que o projeto vai atingir os consumidores esperados. Aqui é relevante estabelecer a persona que se quer alcançar, o que é benéfico para o desenvolvimento de toda a estratégia.

Em seguida, é necessário fazer a organização interna. Como será a divisão de custos para gerar receita a esse marketplace para pequenos negócios? Lembre-se que ele precisa ser uma empresa independente e, como tal, tem de ser saudável financeiramente, ainda que esteja a serviço de todos os que se uniram para tornar a ideia possível.

Duas opções para essa divisão de custos são o comissionamento da transação, em que uma porcentagem das vendas vai para o marketplace, e outra é a mensalidade, em que cada loja paga um valor preestabelecido para custear as operações. Esse ganho deve ser revertido em investimento em infraestrutura e publicidade. O lucro de cada loja vem da porcentagem que pertence a elas.

Depois, chega a hora de definir a plataforma. Há várias existentes no mercado, mas também é possível desenvolver uma exclusiva. Por último, mas tão importante quanto todas as etapas anteriores, vem a definição da tecnologia para processamento dos pagamentos.

E é aqui que a Wirecard pode ajudar! Nossa solução é altamente adaptável às características de cada plataforma, incluindo, claro, um marketplace para pequenos negócios. A ele, certamente nós podemos oferecer o que for preciso para atender a todas as demandas para que a venda online seja um sucesso!

Além das alternativas comuns para quem vende em uma estrutura como essa, ainda temos o link de pagamento e a ferramenta de pagamento online, capazes de permitir que — como uma forma de fazer um esforço adicional de vendas — os vendedores das lojas físicas (se você tiver uma) façam abordagens virtuais aos clientes e indiquem essas formas de pagamento para quitar a operação.

Para que tudo isso dê certo, nós oferecemos conciliação financeira facilitada (o que é muito importante para um negócio que conta com vários envolvidos), cadastro facilitado dos lojistas e uma solução em conformidade com a regulamentação vigente.

Entre em contato conosco e descubra como podemos ser parceiros ativos e estratégicos nessa iniciativa. Se preferir, fique à vontade para deixar seu comentário no espaço abaixo.

Wirecard é uma das plataformas digitais na área de comércio financeiro que mais crescem no mundo



Este texto foi publicado primeiro em http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/programa-inova-360/marketplace-para-pequenos-negocios-como-juntar-esforcos-e-criar-um-03062020

Via RSS publicado em https://vitorolig.tumblr.com/post/619971676432695296

Postagens mais visitadas deste blog

Duke Kahanamoku reflects on surfing, Olympics, and old Hawaii in 1966 interview

Duke Kahanamoku is the most influential surfer of all time and is often hailed as the father of modern surfing. There is nearly no one questioning these titles. Recently, Public Broadcasting Service (PBS) Hawaii unveiled a never-before-seen interview with the legendary surfer and Olympic swimmer. In the 1966 episode of Pau Hana Years, a seminal Hawaii television program that aired on KHET-TV (now PBS Hawaii) for 16 years, running from 1966 until 1982, Bob Barker chats with Duke Kahanamoku, then 76. The conversation drifts from royal ancestry to Olympic lanes, from Hollywood sets to a surfboard shaped by hand, tracing the outline of a life that helped define modern surfing and Hawaii's public image in the 20th century. And if you know little about the man who dreamed of getting surfing into the Olympic Games, this is a precious piece of history. A name with history, worn casually The interview starts with Kahanamoku explaining that "Duke" is not a title but his giv...

The hydrodynamics of surfboard fins

Have you ever wondered why a surfboard fin looks like that? It is a single or a set of fixed blades or keels located under a board, near the tail, often no bigger than a hand. Yet that small surface is where much of the surfboard's behavior takes place. Speed, hold, looseness, and the feeling of control all trace back to how water moves around fins. The physics of surfboard fins falls under hydrodynamics, the study of how fluids behave in motion. So, according to science, they feature a shape designed to turn flowing water into several forces. Let's take a look at what's at stake when fins and water interact. Lift and the feeling of control One of the key variables in hydrodynamic terms involving surfboard fins is lift. When a surfer leans into a turn, the board tilts and the fins meet the water at an angle. The angle is enough to create a pressure difference between the two sides of the fin. Water speeds up on one side and slows on the other. The result is a sidewa...

How paddleboarding transforms your body and mind

Adventure is on our doorstep. With so many different bodies of water available to paddleboarders, from city canals to coastal routes, we can find adventure in places much closer to home than people might initially expect. According to the Canal and River Trust, 50 percent of people in England and Wales live within just eight kilometers of a canal or river, and eight million people live less than one kilometer away. I had lived within just a few kilometers of the Leeds and Liverpool Canal for years and never really explored it before stand-up paddleboarding (SUP) came into my life . The challenge created both a new perspective and a deeper love for where I lived and the areas which I passed through. On my coast-to-coast journey, I slept in my own bed for two nights as the route passed through my then hometown of Skipton, yet I felt I was on a grand journey of discovery. We are braver, stronger, and more resilient than we think. SUP not only helps us feel more connected to our va...